domingo, 8 de novembro de 2009

SUA AUSÊNCIA!

Ah! irmão meu, por que fizeste isso comigo? Por acaso não sabias que não posso ser inteira sem ti? Estou perdida em mim, como em um deserto. Não sei onde ir, como ir, como reagir.
Perdi o maior pedaço de mim, tudo que eu tinha e o único que me restava.
O que faço agora? Há algo pra me dizer?
Acaso não sabias tambem que tudo que eu fazia, tinha um toque de suas mãos?
Não sei fazer nada sozinha, sem tua opinião. Não sei sequer como terminar o que comecei!
Alguem poderia devolver-me o que foi roubado de mim em noite tão maldita? Não?
Terei que seguir sem ti?
COMO?
Saudade dói como ferro quente cravado no centro do peito. Talvez minha mestra tivesse orgulho em ler tais linhas, mas orgulho nenhum tenho eu em expôr aqui o que me vai na alma; a chama da morte ainda arde em mim e nada vai poder apagà-la.
Ah! irmão meu, QUANTA SAUDADE!

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